Editora Educasat World na Europa – Portugal Agradece

ANGOLA
 Travessa da Rua 7, Mártires de KIfangondo – 566Q+82 Luanda – WhatsApp +244 937 981 938

ESTADOS UNIDOS
4291 Express Lane – Suite 6951-835 – Sarasota, FL 34249 – PH: (941) 538-6941

EUROPA
Endereço: Rua dos Sacrifícios Lote 60 Armazém 8 | Suite: 60668 | Cidade: Camarate | Bairro: Casal dos Cucos
Complemento: Euro Fast Box – Fone: +351 937 168 622 | Estado: Lisboa | Pais: Portugal | Codigo Postal: 2680-129

O Projetcto Editora Educasat World é um projecto ousado. Começa que os livros são fabricanos sob demanda nos Estados Unidos e enviados para todo o mundo, directamente da Editora. Nos Estados Unidos a Editora tem sua base logística em Sarasota, Flórida. 

CHEGOU NA EUROPA.
A Logística da Editora Educasat World fica na Freguesia de Camarate, Lisboa – Portugal, e, através desta Logística a Editora Educasat World irá realizar a distribuição de seus livros em quantidades menores e a preços viáveis para toda a Europa.

Você que ainda não conhece a Editora Educasat World, bem como os livros da Coleção África, não sabe o que está a perder. Visite o link: http://bit.ly/editoraeducasatworld.

Camarate é uma freguesia portuguesa do concelho de Loures, a norte de Lisboa, com 5,17 km² de área e 18.822 habitantes (2001). Densidade demográfica: 3.640,6 h/km².

Geografia

 


Localizada na parte oriental do concelho, faz fronteira com as freguesias de Frielas (a noroeste), Apelação (a norte), Unhos (a nordeste), Sacavém (a este), Prior Velho (a sudeste), todas no concelho de Loures, com Santa Maria dos Olivais (no extremo sudeste), a Charneca (a sul), no concelho de Lisboa, e finalmente com Olival Basto (a sudoeste), já no concelho de Odivelas. A zona meridional da freguesia abarca também parte do Aeroporto da Portela de Sacavém.

 

Topónimo

O topónimo Camarate parece derivar do facto de, em tempos, aqui se ter cultivado uma casta de videira chamada camarate ou, em alternativa, pelo facto de, na Idade Média, aqui se situar a Camarata Real, onde pernoitavam os nossos Reis, quando se dirigiam para o norte do país. Mais provável é que o nome derive, porém, do nome de uma família berbere que aí se destacou sob a ocupação mourisca: os Banu Qamaratti.

História

Durante a Idade Média, Camarate foi, e até ao Primeiro de Maio de 1511, parte integrante da vizinha freguesia de Sacavém. Surge, no entanto, bastantes vezes mencionada nos documentos, sabendo-se que era, a par de Sacavém, Unhos e Frielas, terra reguengueira. Fez parte do dote que Fernando I de Portugal concedeu a sua esposa, Leonor Teles de Menezes. Por essa altura, durante o governo de Agapito Colona como bispo de Lisboa, foi fundada a primitiva Igreja Matriz, entretanto


reconstruída e ampliada.

 

Por altura da crise de 1383-1385, uma quinta aí situada, pertença do judeu David Negro, almoxarife das alfândegas reais no reinado de D. Fernando, foi confiscada e entregue prontamente a Nuno Álvares Pereira, que aí passou alguns anos com sua mãe, antes de professar no Convento do Carmo. Nessa quinta fundou o Condestável uma capela consagrada a Nossa Senhora do Socorro, a qual viria a doar aos Carmelitas, que aí fundaram um convento, extinto em 1834. Por via de Nuno Álvares Pereira, Camarate viria a ser integrada, mais tarde ainda, com muitas terras vizinhas, no património da Casa de Bragança.

A freguesia de Camarate foi enfim criada por um foral (uma carta de privilégios concedida pelos antigos monarcas de Portugal) de D. Manuel I, datado de 1 de Maio de 1511, sendo separada administrativamente da freguesia de Sacavém.

A partir do século XVI tornou-se um local muito concorrido pela nobreza lisboeta, sendo afamada pela sua produção vinícola (da casta camarate, que talvez tenha dado o nome à vila), característica das quintas que fizeram parte do quotidiano desta freguesia até meados do século XX.

Foi parte integrante do Termo de Lisboa (até 1852), depois do concelho de Santa Maria dos Olivais (entre 1852 e 1886). Posteriormente voltou a transitar para o concelho de Lisboa (entre 1886 e 1895) e, por fim em 1895, foi integrada no concelho de Loures, onde permanece até hoje. Em 4 de Junho de 1996 foi elevada a vila por decreto da Assembleia da República.

Desde meados do século XX, com o desenvolvimento industrial acelerado e subsequente terciarização, a freguesia tornou-se essencialmente um dormitório da capital.

Personalidades

Camarate é conhecida por ser a terra de infância de um dos mais famosos poetas de Portugal do século XX: Mário de Sá-Carneiro, pioneiro do Modernismo na literatura portuguesa e um dos membros da Geração d’Orpheu em conjunto com Fernando Pessoa e Almada Negreiros.

Acima de tudo, Camarate é tristemente célebre pelo acidente que tirou a vida ao então Primeiro-ministro social democrata português, Francisco Sá Carneiro, à sua companheira e ainda ao Ministro da Defesa democrata-cristão Adelino Amaro da Costa, na noite de 4 de Dezembro de 1980, a escassas horas das eleições presidenciais desse mesmo ano, nas quais o candidato do Governo, o general Soares Carneiro, foi derrotado pelo general Ramalho Eanes, que contava com o apoio dos partidos da esquerda. Acidente ou atentado, as duas teses degladiam-se desde aquela ocasião. Esse acontecimento esteve na origem do filme “Camarate”.

 

 

Património
  • Igreja Matriz Paroquial de Santiago Maior
  • Capela de Nossa Senhora da Vitória
  • Igreja Matriz Paroquial de Santiago Maior de Camarate, incluindo o Cruzeiro
  • Quinta da Encarnação
  • Quinta da Ribeirinha, Conjunto da Casa de Fresco, Pórtico e Casa de Habitação da Quinta da Ribeirinha.
  • Quinta das Portas de Ferro
  • Quinta de Santa Teresa
  • Quinta do Redondo
  • Quinta do Ulmeiro
Orago

Santiago, padroeiro de Camarate (estátua existente no altar-mor da Igreja). Tem por orago Santiago Maior, patrono das Espanhas, a quem é dedicada a Igreja Matriz Paroquial de Santiago Maior de Camarate, com magníficos retábulos setecentistas e altares em talha dourada do estilo barroco. Os grandiosos festejos em sua honra têm lugar no último fim-de-semana de Julho.

 

 











Neste Livro: PEP - Partido de Expressão Popular apresentado em África.

Quem Somos!
Somos africanas e africanos da diáspora que entendemos coletivamente a urgência de nos organizarmos politicamente, sobre uma bandeira que de fato entenda que não queremos “igualdade” hoje queremos “emancipação” e só estamos aqui hoje buscando pela “liberdade” porque a mais de 130 anos somos iludidos, temos migalhas de um poder ao qual não fazemos parte. E se não fazemos parte, então a democracia não existe até hoje. Queremos uma nação forte, justa e igualitária isso só será possível com a participação efetiva de negras/pretas (os), indígenas, quilombolas, povos tradicionais e originários, periferias e povos ribeirinhos.

Objetivo
Uma nação forte, uma nação poderosa que de fato tenha de nós africanas e africanos da diáspora contribuições pertinentes de políticas públicas em todos as esferas de poder.

Autonomia
Esta construção política partidária trata-se não apenas de um partido político, mas entendemos ser também uma ferramenta de emancipação, para que seja uma ferramenta legitima e eficiente não temos nenhum vínculo com forças econômicas, políticas ou ideológicas. Buscamos como base fundamental a autonomia desta construção. Desta maneira criamos a PEP Loja Afro uma forma de gerarmos renda mínima para esta construção, mas ao mesmo tempo de fortalecer a economia dos nossos empreendedores negros/pretos, em especial as mulheres pretas/negras que sempre foram legitimas empreendedoras.



MÚSICA A DE Ó

Estamos chegando do fundo da terra, estamos chegando do ventre da noite, da carne do açoite nós somos, viemos lembrar. Estamos chegando da morte dos mares, estamos chegando dos turvos porões, herdeiros do banzo nós somos, viemos chorar. Estamos chegando dos pretos rosários, estamos chegando dos nossos terreiros, dos santos malditos nós somos, viemos rezar. Estamos chegando do chão da oficina, estamos chegando do som e das formas, da arte negada que somos, viemos criar. Estamos chegando do fundo do medo, estamos chegando das surdas correntes, um longo lamento nós somos, viemos louvar. A De Ó Estamos chegando dos ricos fogões, estamos chegando dos pobres bordéis, da carne vendida nós somos, viemos amar. Estamos chegando das velhas senzalas, estamos chegando das novas favelas, das margens do mundo nós somos, viemos dançar. Estamos chegando dos trens dos subúrbios, estamos chegando nos loucos pingentes, com a vida entre os dentes chegamos, viemos cantar. Estamos chegando dos grandes estádios, estamos chegando da escola de samba, sambando a revolta chegamos, viemos gingar. A De Ó Estamos chegando do ventre de Minas, estamos chegando dos tristes mocambos, dos gritos calados nós somos, viemos cobrar. Estamos chegando da cruz dos engenhos, estamos sangrando a cruz do batismo, marcados a ferro nós fomos, viemos gritar. Estamos chegando do alto dos morros, estamos chegando da lei da baixada, das covas sem nome chegamos, viemos clamar. Estamos chegando do chão dos quilombos, estamos chegando no som dos tambores, dos Novos Palmares nós somos, viemos lutar.

A De Ó
Compositor: Milton Nascimento, Pedro Casaldáliga (Missa dos Quilombos)

A diáspora africana à partir do Brasil. "A HISTÓRIA SOCIAL DO SAMBA PAULISTA"

TADEU KAÇULA NO IDENTIDADE BRASILIS DO SESC

ASSISTA, vai gostar de ver:

Share on facebook
Facebook
Share on twitter
Twitter
Share on linkedin
LinkedIn
Share on whatsapp
WhatsApp
Share on email
Email
Share on facebook
Facebook