Livro Quem Planta Tâmaras, Não Colhe Tâmaras na AMAZON.COM

 

 

 
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O momento é fundamental para que possamos corrigir os erros do passado e acenarmos para mudanças globais no futuro. Os conceitos, as ações e os pensamentos precisam ser revistos e aperfeiçoados. Quando chegamos a este mundo ele já existia e, quando partirmos ele continuará existindo. O tempo presente será sempre a nossa realidade de vida, porém temos que ser corajosos, assumirmos os erros cometidos por nossos antepassados e em nossos tempos presentes criarmos mecanismos de mudança. Neste livro “QUEM PLANTA TÂMARAS, NÃO COLHE TÂMARAS, o autor Celso Salles nos traz importantes REFLEXÕES com vista a despertar dentro de cada leitor o máximo de sinergia para que na medida do seu possível, possa contribuir para benéficas mudanças em todo o mundo. Conhecermos o máximo de histórias possível, a fim de que possamos ver nas diferenças aquilo que nos falta, transformando o conhecimento no grande elo de ligação. Mais um livro que faz parte da COLEÇÃO ÁFRICA, a ser composta por 12 livros, repletos de vontade de construir ainda em nossa geração, um mundo melhor de se viver, no mais perfeito equilíbrio Deus, homem e natureza.

 

 

WHO PLAN DATES, DON’T HARVE DATES – Celso Salles
https://www.amazon.com/dp/1034510452/ref=cm_sw_em_r_mt_dp_578AX311CFKZ5PZTQK45
The moment is fundamental for us to correct the mistakes of the past and to propose global changes in the future. Concepts, actions and thoughts need to be reviewed and refined. When we arrived in this world it already existed, and when we leave it will continue to exist. The present time will always be our reality in life, but we have to be courageous, assume the mistakes made by our ancestors and in our present times create mechanisms of change. In this book “WHO PLANTS DATES, DON’T HARVE DATES, the author Celso Salles brings us important REFLECTIONS in order to awaken within each reader the maximum synergy so that, as far as possible, he can contribute to beneficial changes around the world. as many stories as possible, so that we can see what we lack in the differences, transforming knowledge into the great link. even in our generation, a better world to live in, in the most perfect balance between God, man and nature.

QUI PLANIFIE LES DATES, NE RÉCOLTEZ PAS LES DATES – Celso Salles
https://www.amazon.com/dp/1034510452/ref=cm_sw_em_r_mt_dp_578AX311CFKZ5PZTQK45
Le moment est fondamental pour nous de corriger les erreurs du passé et de proposer des changements globaux dans le futur. Les concepts, les actions et les réflexions doivent être revus et affinés. Quand nous sommes arrivés dans ce monde, il existait déjà, et quand nous partirons, il continuera d’exister. Le temps présent sera toujours notre réalité dans la vie, mais nous devons être courageux, assumer les erreurs de nos ancêtres et créer de nos jours des mécanismes de changement. Dans ce livre “QUI PLANTES DATES, NE PAS RÉCOLTER LES DATES, l’auteur Celso Salles nous apporte des RÉFLEXIONS importantes afin d’éveiller chez chaque lecteur la synergie maximale afin que, dans la mesure du possible, il puisse contribuer à des changements bénéfiques dans le monde. autant d’histoires que possible, afin que nous puissions voir dans les différences ce qui nous manque, transformer la connaissance en grand lien. Un autre livre qui fait partie de la COLLECTION AFRICA, à être composé de 12 livres, plein de la volonté de construire même en notre génération, un monde meilleur où vivre, dans l’équilibre le plus parfait entre Dieu, l’homme et la nature.

Neste Livro: PEP - Partido de Expressão Popular apresentado em África.

Quem Somos!
Somos africanas e africanos da diáspora que entendemos coletivamente a urgência de nos organizarmos politicamente, sobre uma bandeira que de fato entenda que não queremos “igualdade” hoje queremos “emancipação” e só estamos aqui hoje buscando pela “liberdade” porque a mais de 130 anos somos iludidos, temos migalhas de um poder ao qual não fazemos parte. E se não fazemos parte, então a democracia não existe até hoje. Queremos uma nação forte, justa e igualitária isso só será possível com a participação efetiva de negras/pretas (os), indígenas, quilombolas, povos tradicionais e originários, periferias e povos ribeirinhos.

Objetivo
Uma nação forte, uma nação poderosa que de fato tenha de nós africanas e africanos da diáspora contribuições pertinentes de políticas públicas em todos as esferas de poder.

Autonomia
Esta construção política partidária trata-se não apenas de um partido político, mas entendemos ser também uma ferramenta de emancipação, para que seja uma ferramenta legitima e eficiente não temos nenhum vínculo com forças econômicas, políticas ou ideológicas. Buscamos como base fundamental a autonomia desta construção. Desta maneira criamos a PEP Loja Afro uma forma de gerarmos renda mínima para esta construção, mas ao mesmo tempo de fortalecer a economia dos nossos empreendedores negros/pretos, em especial as mulheres pretas/negras que sempre foram legitimas empreendedoras.



MÚSICA A DE Ó

Estamos chegando do fundo da terra, estamos chegando do ventre da noite, da carne do açoite nós somos, viemos lembrar. Estamos chegando da morte dos mares, estamos chegando dos turvos porões, herdeiros do banzo nós somos, viemos chorar. Estamos chegando dos pretos rosários, estamos chegando dos nossos terreiros, dos santos malditos nós somos, viemos rezar. Estamos chegando do chão da oficina, estamos chegando do som e das formas, da arte negada que somos, viemos criar. Estamos chegando do fundo do medo, estamos chegando das surdas correntes, um longo lamento nós somos, viemos louvar. A De Ó Estamos chegando dos ricos fogões, estamos chegando dos pobres bordéis, da carne vendida nós somos, viemos amar. Estamos chegando das velhas senzalas, estamos chegando das novas favelas, das margens do mundo nós somos, viemos dançar. Estamos chegando dos trens dos subúrbios, estamos chegando nos loucos pingentes, com a vida entre os dentes chegamos, viemos cantar. Estamos chegando dos grandes estádios, estamos chegando da escola de samba, sambando a revolta chegamos, viemos gingar. A De Ó Estamos chegando do ventre de Minas, estamos chegando dos tristes mocambos, dos gritos calados nós somos, viemos cobrar. Estamos chegando da cruz dos engenhos, estamos sangrando a cruz do batismo, marcados a ferro nós fomos, viemos gritar. Estamos chegando do alto dos morros, estamos chegando da lei da baixada, das covas sem nome chegamos, viemos clamar. Estamos chegando do chão dos quilombos, estamos chegando no som dos tambores, dos Novos Palmares nós somos, viemos lutar.

A De Ó
Compositor: Milton Nascimento, Pedro Casaldáliga (Missa dos Quilombos)

A diáspora africana à partir do Brasil. "A HISTÓRIA SOCIAL DO SAMBA PAULISTA"

TADEU KAÇULA NO IDENTIDADE BRASILIS DO SESC

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